Gugu Liberato, apresentador que morreu em novembro de 2019 aos 60 anos após sofrer um acidente doméstico nos Estados Unidos, seria alvo de uma quadrilha que ameaça divulgar informações sobre a vida do apresentador, informou a assessoria de comunicação de Gugu. Nesta terça-feira, 11, um site afirmou que o falecido teria feito um acordo com o DJ Leandro Kloppel Lo Frano para encerrar um processo envolvendo acusações de abuso sexual quando ele tinha 14 anos.

Em nota, os representantes da família Liberato repudiaram as informações: “O apresentador Augusto Liberato está sendo vítima de extorsão por uma quadrilha, que ameaça divulgar falsas informações que prejudiquem sua reputação, seu trabalho e sua família, usando para isso os meios de comunicação. Gugu Liberato já tomou todas as providências judiciais cabíveis para denunciar esse fato que ora expomos, e para alertar sobre um delito em execução. A quadrilha se dispõe a procurar jornalistas que, iludidos, poderão acabar contribuindo com a consecução de um crime. O escritório do Prof. Dr. Miguel Reale Jr., professor titular da Faculdade de Direito da USP, e um dos mais respeitados criminalistas do país, pediu ao Ministério Público a abertura de inquérito, e representou à OAB-SP contra dois advogados que fazem parte da quadrilha”, diz a nota divulgada nesta terça-feira, 11.

Ainda nesta tarde, a assessoria jurídica da família Liberato emitiu um comunicado. “Como representantes da família Gugu Liberato e de seu espólio, atentos à mídia e indignados com as constantes e descabidas acusações caluniosas e difamatórias envolvendo a imagem do apresentador, abrimos hoje um processo na 8ª Delegacia…   contra o colunista Joaquim de Carvalho e o site Diário do Centro do Mundo, solicitando a retirada imediata de uma nota. O Dr. Carlos Eduardo Farnesi Regina tomou as providências cabíveis adotando as medidas cíveis e criminais, inclusive no âmbito do ministério público e delegacia de crimes virtuais.

Fonte: Revista Quem