O hipnólogo Pyong será investigado em um inquérito da Delegacia de Atendimento à Mulher de Jacarepaguá (Deam), no Rio de Janeiro, por possível assédio sexual cometido contra as outras participantes do Big Brother Brasil Flayslane e Marcela Mc Gowan. Segundo a delegada titular Catarina Noble, o comportamento de Pyong de alisar as moças sem o consentimento “deve ser combatido dentro e fora do programa”.

A acusação de assédio ganhou as redes sociais após a festa do último sábado (08) do BBB20. Pyong apertou a bunda de Flayslane, passou a mão em Ivy, esfregou a genitália em Gisele, e tentou beijar Marcela diversas vezes.

Entretanto, diferente da postura com Petrix e com Vanderson, que foi acusado de abuso sexual por uma mulher de fora da casa, a delegada ainda não solicitará que os envolvidos saiam da casa para prestar depoimento. Os envolvidos darão depoimento apenas quando forem eliminados do programa. “Nós entendemos que essa espera para ouvir tanto o Pyong como as moças envolvidas não afetará a investigação”.

A delegada Catarina destacou que quando um homem passa as mãos ou as partes íntimas em uma mulher sem consentimento pode ser enquadrado na lei de assédio sexual, com pena prevista de um a cinco anos de prisão.

Fonte: O Liberal