A torcida do Paysandu cantou o parabéns, fez festa, saudou os jogadores, mas saiu do Mangueirão frustrada pela derrota para o Castanhal justo no dia em que o clube comemora seus 106 anos de glórias. Uma derrota fora dos planos dos bicolores que na visão do técnico Hélio dos Anjos foi justa.

Hélio lembrou que a defesa postada só tinha tomado um gol por antecipação e recordou que foi no jogo com o Náutico. E nesse jogo tomamos dois gols por um jogador alto. Falhamos na cobertura. Uma jogada curta e de bola parada que poderíamos antecipar. Sempre que dentro da área temos de fazer o ‘sanduíche’ e ninguém fez, resultou no gol. Já o terceiro também houve mal posicionamento da defesa.

Chateado

” Ninguém gosta de perder. Qualquer derrota deixa a gente chateado, mas ainda tem muita coisa pela frente. É um campeonato de regularidade e o jogo não definiu nada, mas o resultado não foi legal. E mesmo com um jogador a menos poderíamos ter vencido. Tivemos um desgaste muito grande com o Vinicius Leite, o melhor jogador. Sentiu muito e paramos de produzir as jogadas curtas”, comentou.

Voltou a destacar os gols do Castanhal. No primeiro foi bisonho a marcação. Sabíamos que o Santa Maria (Bruno) e o Pecel são os jogadores mais agudo deles e pecamos na marcação”, disse.

A expulsão de Tony e o terceiro cartão de Caique Oliveira não tira o sono do técnico para o clássico com o Remo. ” Seria mais preocupante perdê-lo para o jogo da Copa do Brasil. Para o Remo temos jogadores, vamos trabalhar para o clássico”, destacou.