A comunidade acadêmica do campus do Instituto Federal Instituto Federal de Ciência, Tecnologia e Educação de São Paulo (IFSP), em Campos do Jordão, relatou ao jornal O Globo que está apreensiva com a presença de Suzane Von Richthofen nas aulas.

Escolhido por Suzane no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) esta semana, o curso de Gestão em Turismo está iniciando sua terceira turma. Ele começou a ser disponibilizado para inscrições em 2018, quando o campus entrou em atividade.

Richthofen, presa pelo assassinato dos próprios pais, foi aprovada para estudar este ano. Quem estuda na unidade, cujo prédio reaproveita a estrutura de uma antiga rodoviária, afirma que “todo mundo se conhece” no local.

“Acredito na ressocialização quando a pessoa demonstra remorso e intenção de mudar. Não é o que vemos na Suzane em todos esses anos. A impressão que ela passa é a de que o assassinato dos pais foi algo corriqueiro e isso nos assusta”, afirma um aluno de 27 anos que estuda no terceiro período do curso de turismo.

“As pessoas ficaram um pouco assustadas. A chegada dela vai atrair muita gente até o campus, curiosos da própria cidade e também da imprensa. E, para além de apenas vê-la, as pessoas podem querer impor algum tipo de represália a ela”, diz o estudante.

Fonte: O Globo