Quem decidiu encarar a estrada cedo por conta de compromissos de trabalho ou mesmo para evitar o transtorno dos congestionamentos no principal corredor de acesso à capital paraense não enfrentou problemas. No Terminal Rodoviário de Belém, durante toda a manha e tarde desta quarta-feira (1º), o movimento de retorno de passageiros foi tranquilo. De acordo com as empresas que operam no transporte intermunicipal nenhum contratempo foi registrado nas rodovias.

Salinas e Bragança foram os municípios que mais originaram saídas para o Terminal Rodoviário de Belém, segundo uma das empresas que faz viagens pela região nordeste do Estado. “Agora está esvaziando um pouco, porém, mais cedo tinha bastante gente, e mais tarde deve chegar mais. Por conta da festa de São Benedito, muita gente foi pra Bragança e deve retornar neste dia primeiro. Salinas e Mosqueiro também sempre se destacam nesse período”, relatou o agente de viagens Álvaro Lins.

Vindos de Paragominas, no sudeste paraense, o casal Edilene Silva, 24, e Júlio Farias, 24, contaram que saíram às 10h da cidade e fizeram uma viagem tranquila. “Todos os anos vamos visitar nossos parentes, mas temos que retornar no dia primeiro, já que trabalhamos no dia 2. Graças a Deus a viagem foi calma, apesar de ter chovido bastante”, contaram.

O casal Edilene Silva e Júlio Farias saíram de Paragominas às 10h e relataram ter feito uma viagem tranquila
O casal Edilene Silva e Júlio Farias saíram de Paragominas às 10h e relataram ter feito uma viagem tranquila (Fábio Costa / O Liberal)

Já a engenheira agrônoma Lidiane da Silva, de 37 anos, fez a travessia da Ilha de Algodoal para Marudá, distrito de Marapanim, em um barco lotado. “Muita gente voltou cedo e por isso todas as vagas do barco estavam lotadas. Mas a viagem de ônibus de Marudá para Belém foi bem tranquila”, comemorou. O mesmo trajeto foi feito pela professora de Educação Física Kamille Quadros, de 27 anos, que também precisou retornar para dar aulas na academia onde trabalha. “No ônibus de vinda pra cá acho até que tinha pouca gente”, observou.

A engenheira agrônoma Lidiane da Silva encarou um barco lotado na travessia de Algodoal para Marudá, mas contou que a viagem de ônibus até Belém foi tranquila
A engenheira agrônoma Lidiane da Silva encarou um barco lotado na travessia de Algodoal para Marudá, mas contou que a viagem de ônibus até Belém foi tranquila (Fábio Costa / O Liberal)

 A viagem da dona de casa Francicléa Azevedo iniciou em Florianópolis, na região Sul do país, de onde acabara de chegar de avião. “Agora preciso aguardar o ônibus para voltar para Altamira, onde moro. Será uma maratona bastante cansativa, mas valeu à pena para conhecer o Sul. Eu e meu marido visitamos Santa Catarina e o balneário Camboriú. Agora é hora de voltar pra casa.”