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O “Especial de Natal Porta dos Fundos” – com Jesus retratado como gay –  vem gerando comoção a religiosos no País. Desta vez, um grupo de representações e lideranças evangélicas, incluindo o presidente da Câmara Municipal de São Paulo, Eduardo Tuma, entrou na justiça contra a Netflix pedindo censura do programa.

Além disso, eles pedem indenização por dano moral coletivo no valor de R$ 1 milhão. O requerimento é de valor individual “não inferior a R$ 1.000” a todos os cristãos que se sentirem lesados e se habilitem a pleitear o valor.

A ação ainda não foi analisada pela Justiça.

De acordo com o advogado que protocolou a ação, Richard Hasson Sayeg, a intenção é mobilizar a comunidade evangélica para que as pessoas recorram à Justiça o direito à indenização. Ele afirma que o pedido de retirada do ar não configura censura. “A gente entende que [o programa] foi além do direito de manifestação artística”, diz.

Segundo a petição, o programa está “deturpando ofensivamente a imagem de Deus, de Jesus Cristo, da sua sagrada Mãe Maria e de todos os demais protagonistas bíblicos envolvidos”.

A Netflix diz que não vai comentar o caso.