Reprodução

Mais de mil hidrômetros foram furtados no Pará neste ano: 1.041 ao todo. A maioria dos casos foi em Belém. Mas um, em particular, chamou a atenção: em Ananindeua um homem foi visto durante a madrugada roubando um hidrômetro e levando na bolsa.

 

É sempre bom lembrar que, além de ser crime, o furto de hidrômetros prejudica toda a população. Primeiro para quem mora no local, que precisará ter o abastecimento de água cortado para conserto da tubulação. Depois, porque sem o medidor há o desperdício da água tratada. O resultado? Pressão na rede, prejuízos a toda vizinhança e aos cofres públicos.

 

A Cosanpa, que é a Companhia de Abastecimento do Pará, não cobra o aparelho dos moradores, mas ele tem um custo para a empresa: R$ 295, mais a recomposição de tudo o que foi destruído.

 

E fica a dica: em caso de furto de hidrômetro, o morador deve fazer o registro nos canais de atendimento à Cosanpa para que o problema seja resolvido. O prazo de atendimento é de até 24 horas, mas para instalar um novo equipamento é preciso esperar até 90 dias.

 

Também é necessário ter o registro da ocorrência policial.