Além da ascensão ao cinema, Andrews fala da infância difícil, separação, maternidade e paixões (Instagram)

Julie Andrews disse que encontrou “serenidade” ao ter decidido fazer terapia psicológica quando se separou do primeiro marido, Tony Walton, em 1967. Atualmente com 84 anos, a estrela de “A Noviça Rebelde”, “Mary Poppins” e “Victor Victória” fala do assunto no novo livro dela “Homework – Um livro de memórias dos meus anos em Hollywood”.

Na autobiografia, co-escrita pela filha Emma Walton Hamilton, Andrews compartilha reflexões sobre a infância difícil, o início da surpreendente carreira como intérprete e cantora de clássicos que marcaram a história do cinema mundial, a vida em Hollywood e histórias pessoais como a maternidade, inclusive de enteados e filhos adotivos, o fim do primeiro casamento e a paixão por Blake Edwards. O livro está na lista recente dos mais lidos do New York Times.

Autobiografia está na lista recente dos mais lidos do New York Times
Autobiografia está na lista recente dos mais lidos do New York Times (Reprodução)

A estrela comentou na divulgação do livro a um programa de televisão: “Infelizmente, eu me separei do meu adorável primeiro marido. As separações são inevitáveis. O casamento acabou e minha cabeça ficou a mil”. Ela disse que fazer esse tratamento foi uma das melhores decisões da vida dela.

O diretor de A Noviça Rebelde, Mike Nichols, foi quem sugeriu a atriz procurar um especialista em saúde mental. “Acredite ou não, foi Mike Nichols quem realmente me levou a querer fazer terapia. Ele era tão são, divertido e esclarecido. Ele tinha uma serenidade que eu admirava muito. Eu queria isso para mim. Entrei (na terapia) e isso salvou minha vida de certa forma”, recordou.

Mary Poppins, personagem que levou Andrews a ganhar o Oscar de Melhor Atriz, em 1965. O clássico teve um remake lançado em 2018 e estrelado pela britânica Emily Blunt